05 janeiro, 2012

Sabe o que eu queria.
Queria ser livre, sim livre...
Sem um compromisso de muita importância com alguém, a não ser minhas contas. Claro.
Sabe todo esse “desespero” uma hora cansa e você sente a imensa vontade de juntar todas as tuas coisas e ir embora.
Mas ai tu lembra... Vai pra onde?
Ai meus planos tinha/tenho tantos.
Quero tanto poder concretizar se puder todos eles.
Só preciso de um caminho.
Hoje quando penso no que poderia ter feito; Como ir embora para outro lugar...
Não me arrependo de não ter feito, por que sei que lá frente Deus reservou algo bem maior pra mim. A FÉ NÃO PODE ACABAR NUNCA, não é mesmo.
Quero muito gozar de coisas boas...
De coisas ruins também [mais só um pouco] por que muitas vezes é quebrando a cara que a gente aprende, não tem para onde correr.

Ser, Libertino!

04 janeiro, 2012

10 dezembro, 2011

Novo Blog! (novo nome)

Sim novo blog por que infelizmente eu conseguir “acabar” com o HTML do outro, mas que fique claro... A M O por D E M A I S.

E U T O S O N H A N D O A C O R D A D A

Então cá estou eu!

Esses dias tenho pensado tanto “no que fazer” “como fazer” “por onde começar”...

Esse tipo de coisa... Ainda mais quando chega fim de ano fica pior esse pensar todo.

Pensar em andar com as próprias pernas “na minha visão” não parece ser tãooo difícil, é claro que complicações sempre irão existir, mas NÃO tentar é pior ainda.

Por que ai você vai adiando, adiando, adiando e quando “perceber” você não viveu 100% para você. Viveu tantos por centos para você e mais outra metade para os outros.

O que to tentando dizer é que se a gente não der o tal do primeiro passo, vai ficando cada vez mais complicado.

Preciso sim, preciso tanto de alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser ao conjunto teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho carente, tigre e lótus.

Caio F. Abreu